Sentada aqui nesse banco, vejo os carros passarem na rua, sinto o vento e não sinto mais nada.
A rotina já tomou conta, tudo parece automático. Sem mudanças, sem surpresas. Igual.
Eu sinto falta do nosso longo verão, eu sinto falta do nosso curto inverno.
Eu espero.
Até quando?
Já não sei. Está ficando tarde, preciso voltar.

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