Era uma jovem. Perdida. Já fazia meses que procurava o caminho do sol.
Mas as ruas eram escuras, os caminhos não levavam a lugar algum.
O único lugar em que ela se sentia bem, era em seu quarto.
Com todos os seus desenhos, suas fotografias, seus sonhos e suas lembranças.
Vivia naquele mundinho.
Mas as ruas eram escuras, os caminhos não levavam a lugar algum.
O único lugar em que ela se sentia bem, era em seu quarto.
Com todos os seus desenhos, suas fotografias, seus sonhos e suas lembranças.
Vivia naquele mundinho.
As vezes ela falava com anjos, as vezes anjos falavam com ela.
Mas ainda assim, era escuro lá fora, e perigoso também.
Ela se sentia frágil, não aguentava as cobranças do mundo.
E o mundo sempre cobrou muito.
E as pessoas do mundo eram diferentes das que ela costumava desenhar, ou imaginar.
As pessoas do mundo eram todas falsas, eram todas estúpidas, sínicas, arrogantes.
Ela não via mais sentido em ter que ir pro mundo, se ele era dessa forma.
Mas mesmo assim, a garota sai do seu quarto todos os dias, em busca dos seus sonhos, em busca das pessoas que ela desenha, em busca dos lugares bonitos, em busca dos valores perdidos, mesmo sabendo que é cada vez mais difícil, e que é quase impossível.
Ela se sentia frágil, não aguentava as cobranças do mundo.
E o mundo sempre cobrou muito.
E as pessoas do mundo eram diferentes das que ela costumava desenhar, ou imaginar.
As pessoas do mundo eram todas falsas, eram todas estúpidas, sínicas, arrogantes.
Ela não via mais sentido em ter que ir pro mundo, se ele era dessa forma.
Mas mesmo assim, a garota sai do seu quarto todos os dias, em busca dos seus sonhos, em busca das pessoas que ela desenha, em busca dos lugares bonitos, em busca dos valores perdidos, mesmo sabendo que é cada vez mais difícil, e que é quase impossível.

Nenhum comentário:
Postar um comentário