domingo, 30 de setembro de 2012

Simples assim.

As coisas seriam melhores se todos os dias, quando chegássemos em casa do trabalho ou da aula, a pessoa que amamos estivesse nos esperando em casa.
Mesmo se estivesse de pijama, suja, ou dormindo.
O simples fato de saber que alguém nos espera é tão bom quanto também poder saber que alguém nos espera.
É como se um precisasse do outro, como se um motivasse o outro, mas sem cobranças, sem egoísmo, sem maldade, sem frescura, sem posse.
Como se a liberdade prendesse um ao outro, como se todas as coisas boas se unissem num só, como se todos os sonhos fossem sonhados juntos e todos os sonos dormidos juntos. 


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